http://www.jornaldainternet.com/internet/qual-melhor-acesso-internet-3g-como-escolher-avaliao-comparao-claro-tim-oi-e-vivo-em-2009.html
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Investigação rastreou compra
de insumos e refino da droga.
Organização da facção criminosa era semelhante a uma
empresa.
Até os mais experientes policiais
ficaram impressionados com as cifras movimentadas pelo traficante
Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, morto em uma operação da
polícia na manhã de terça-feira (23), no Morro de São Carlos, no
Estácio. Segundo o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, a
facção liderada pelo criminoso chegou a faturar cerca de R$ 400
milhões em dois anos com a venda da droga. Ele era apontado como o
maior distribuidor de cocaína do Rio.
“São valores muito altos. É lógico que surpreende”,
afirmou o delegado Rodrigo Oliveira, chefe do Departamento de
Polícia Especializada (DPE), durante apresentação dos detalhes da
investigação que resultou no cerco ao traficante, ao lado de
Turnowski e do subchefe operacional, Carlos
Oliveira.
Refinarias em
favelas
Em três anos de investigação, a polícia descobriu que Roupinol
havia montado refinarias nas favelas para aumentar seus lucros em
cima da compra da pasta base de cocaína que encomendava na Bolívia
e na Colômbia. Os policiais chegaram a uma empresa, varejista, que
fornecia insumos, como éter, ácido sulfúrico e ácido clorídrico
para fazer a mistura da droga.
Como a venda desses produtos é controlada, o traficante usava
moradores das comunidades que eram obrigados a, num esquema
'formiguinha', fazer as compras mensais do material para a
mistura. No inquéritos abertos pela polícia, que investigam também
a quadrilha de seu aliado, Antônio Francisco Lopes, o Nem da
Rocinha, pelo menos 270 pessoas já foram
indiciadas.
Facção com organização de
empresa
Na operação em que Roupinol foi preso a polícia apreendeu
documentos com detalhes da contabilidade do tráfico, como uma
espécie de folha de pagamento aos cúmplices e dinheiro usado para
pagamentos de segurança e propinas. A organização da facção
criminosa era semelhante a uma empresa.
A investigação mostra ainda que em apenas uma das cinco favelas de
domínio de Roupinol, a Mineira, no Catumbi, a quadrilha possui 27
fuzis, 20 pistolas, oito metralhadoras, duas metralhadoras
anti-aéras, duas submetralhadoras e três escopetas calibre
12.
“Com o dinheiro que lucram com a venda da droga, boa parte é
usada para comprar armas e munições”, disse Allan. De acordo
com o levantamento da polícia, apenas em janeiro deste ano a
quadrilha lucrou mais de R$ 3 milhões com a venda de cocaína na
Mineira.
Isso aconteceu no interior de
Goiás. O Ministério Público quer investigar o caso.
Livros didáticos, material para alfabetização de crianças,
dicionários e uma coleção sobre a independência do
Brasil.
Muitos livros estavam em bom estado
de conservação. Tudo foi parar no lixão de Iporá, a 200 km de
Goiânia.
Este motorista, que trabalha para a prefeitura - disse que levou os
livros e documentos como carteiras de estudante em duas viagens de
caminhão, da subsecretaria estadual de educação, em iporá, para o
lixão:
"Eu sou funcionário público, se mandarem eu fazer uma coisa, eu sou obrigado a cumprir".
A Secretaria de Educação de Goiás diz que os livros não usados são
doados para reciclagem, e vai fazer uma sindicância
interna.
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